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VEREADORES DA CÂMARA DE RIO BONITO DO IGUAÇU APROVAM PROJETOS DO EXECUTIVO

Sob a regência do Presidente da Câmara, vereadores da oposição fazem Historia
26 de JUNHO de 2013 às 14:04
Foto: Assessoria Câmara

Foi realizado no ultimo dia 24 de junho na sede da Câmara Municipal de Vereadores de Rio Bonito do Iguaçu, a ultima sessão ordinária do primeiro semestre de 2013. A Sessão de n° 27 teve solicitações feita pelo vereador Irineu Camilo além de inúmeras mensagens do Poder Executivo, tendo como principal aspecto os pedidos em Regime de Urgência nos Projetos de Lei, do qual foi tratado com desconforto por parte dos vereadores da oposição, devido ao inesperado ato do poder executivo de enviar os Projetos de Lei no ultimo dia de sessão antecedendo o recesso obrigatório, tendo em vista que os mesmos, já tinha sido solicitado no mês de fevereiro pelos vereadores da oposição, cabendo ressaltar que tais projetos tramitaram nesta Casa de leis nos anos de 2011 e 2012 quando foram rejeitados pela maioria da antiga composição de vereadores. O ato de aprovar os projetos de forma atropelada, se deu pelo motivo pratico que o Executivo necessita para sanar questões relativas a financiamentos e demais linhas de créditos  aprovadas anteriormente por esta casa de Leis, tais como a compra de equipamentos no montante de um milhão e setecentos mil reais. “Mais uma vez este ato está mostrando que o Legislativo está trabalhando a favor das necessidades que o Executivo precisa para dar andamento aos Projetos” (Vereador Daizi Camelo). Em seu pronunciamento o Presidente  Sr. Milton Rodrigues da Silva ressaltou que o poder Executivo, agiu com imprudência no ato de apresentação dos Projetos ao Poder Legislativo, pois sabemos que projetos devem ser analisados e votados com responsabilidade, porque trata-se de ações para o bem da população e caso seja feito de forma contrária, quem terá prejuízo é o povo que mais depende do Poder Publico. Em avaliação primária, os vereadores fizeram  uma analise sobre todas as mensagens enviadas pelo Executivo e algumas observações feitas  tratou de frisar a verdadeira necessidade em aprovar tais projetos. Durante a discussão dos projetos foram abordados os aspectos da necessidade em aprovar, pois a inexistência de um Plano Diretor vigente impedirá o Município de firmar convênios com as instituições responsáveis por financiar a aquisição das maquinas e equipamentos, já aprovada por este legislativo. Salientando também que o Plano Diretor trata-se de  uma lei municipal elaborada pela prefeitura com a participação da Câmara Municipal e da sociedade Civil que visa estabelecer e organizar o crescimento, o funcionamento, o planejamento territorial da cidade e orientar as prioridades de investimentos.  O Plano Diretor tem como objetivo orientar as ações do poder público visando compatibilizar os interesses coletivos e garantir de forma mais justa os benefícios da urbanização, garantir os princípios da reforma urbana, direito à cidade e à cidadania, gestão democrática da cidade. Nesta avaliação os Vereadores Nelço Bortoluzzi e João  Bovino lembraram que, na gestão passada o Ex Prefeito havia encaminhado por três vezes os mesmos projetos pois havia à mesma necessidade de aprovação e por motivos políticos não era aprovado e muitas vezes não colocado em pauta. “ Agora está sendo colocada em discussão e terá aprovação dos nobres pares, devido ao  apreço que o Sr. Presidente e nós vereadores temos com a população de Rio Bonito do Iguaçu” (Vereador Nelço Bortoluzzi). Uma das maiores preocupações  da  Bancada oposicionista é a demora em que o Executivo está tratando sobre á compra dos maquinários, no passado foi motivo de muita intriga e descontentamento da população pois a falta de consenso entre os dois poderes trouxe muito prejuízo para o município além do descrédito da Casa de Leis. O objetivo da Presidência da Casa, segundo Milton Rodrigues da Silva é manter a ordem e propor uma participação de todos os vereadores junto a população por meio de debates e interesses comuns, a parceria que hoje se estabelece dentro desta Casa se dá por todos os vereadores e a discussão feita nas sessões é sadia e necessária, para que os diretos de todos seja respeitado e a democracia atingida em sua plenitude.


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